Sobre mim…
Aquela que já viajou por meio mundo conhecido (e outros tantos desconhecidos), senhora de sua solidão e de seus livros.
Foi amada por deuses e reis, em um país para além dos abismos.
Exilada sim, mas nunca menos do que é.
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… ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO. TUDO QUE AQUI ESCREVO É TÃO REAL QUANTO EU NÃO SOU… QUALQUER SEMELHANÇA COM MINHA VIDA COTIDIANA É MERA COINCIDÊNCIA.
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((Ou seja: não sou uma depressiva imersa em problemas ou alguém que tenta escapar da realidade… Essa pode ser a impressão que causo com alguns de meus textos — não que eu esteja lá muito preocupada com isso — mas não é esta a minha realidade. Minha “doença”, se for para colocar nestes termos, é a apatridade, a sensação de deslocamento, que não sei dizer quando começou. Talvez sempre tenha feito parte de mim.
O que mais posso fazer? Apenas escrever.
Escrevo como forma de exprimir minha alma, de achar meu equilíbrio e minha própria serenidade. Aliás, não acredito em felicidade plena. A verdadeira alegria é sempre trágica, de uma doçura que sempre amarga um pouquinho no final. E quem não enxerga isso, não tem profundidade para ser feliz de verdade, para encarar a vida de frente, em tudo que esta tem de pequeno e de grande…))


olá…obrigado pela visita…como chegaste ao meu cantinho?Agora vim ao teu, com vontade de retornar sempre…
Pode linkar, sim…retribuirei a gentileza…
abraço
A solidão, ao contrário do que nos faz sentir, está sempre rodeada de bons parceiros, e estes somos nós. Ao menos, uma ligação temos, em toda nossa solidão.